Os Pilares da Criação são uma icônica imagem capturada pelo Telescópio Espacial Hubble, mostrando regiões de formação estelar na Nebulosa da Águia (Messier 16). A imagem não se refere a pilares literais de criação, mas sim a colunas densas de gás e poeira onde novas estrelas estão nascendo. Estes "pilares" são esculpidos pela intensa radiação ultravioleta e ventos estelares provenientes de jovens estrelas massivas próximas.
Embora a imagem seja visualmente impressionante, é importante entender alguns pontos-chave:
Formação Estelar: Os pilares são, essencialmente, berçários estelares. Dentro destas densas nuvens de gás e poeira, a gravidade começa a atrair matéria, eventualmente levando ao colapso gravitacional e ao nascimento de novas estrelas. Para mais informações sobre este processo, veja Formação%20Estelar.
Erosão: A radiação ultravioleta e os ventos estelares das estrelas massivas nas proximidades estão constantemente erodindo os pilares. Este processo, embora destrutivo, também desempenha um papel importante na formação estelar, comprimindo o gás e a poeira, o que pode desencadear o colapso gravitacional. Para saber mais sobre o impacto da radiação, veja Radiação%20Ultravioleta.
Distância e Tempo: A Nebulosa da Águia, e portanto os Pilares da Criação, estão localizados a aproximadamente 7.000 anos-luz da Terra. Isso significa que a luz que vemos hoje partiu há 7.000 anos. É possível que os pilares já tenham sido destruídos por uma supernova, mas levará milhares de anos para que essa informação chegue até nós. Considere a escala cósmica do Tempo%20Cósmico neste contexto.
Composição: Os pilares são compostos principalmente de hidrogênio molecular frio e poeira cósmica. Estes materiais são os blocos de construção das estrelas. A poeira cósmica, em particular, desempenha um papel fundamental no resfriamento do gás e no fornecimento de núcleos para a formação de moléculas. Aprenda mais sobre Poeira%20Cósmica.
Imagem em Diferentes Comprimentos de Onda: Embora a imagem do Hubble seja famosa em luz visível, os Pilares da Criação também foram observados em outros comprimentos de onda, como o infravermelho. Estas observações revelam detalhes diferentes e ajudam os astrônomos a entender melhor a estrutura e a composição dos pilares. Para entender mais sobre espectro veja Espectro%20Eletromagnético.
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